Para a família de Lucelina, 79 anosExames de maio de 2025 a agosto de 2026 · atualizado em 15 de setembro

Os exames da Lucelina, explicados de um jeito simples

O que cada exame do cérebro encontrou, o que isso significa e o que fazer agora. Sem palavras difíceis. Pode ler aos poucos.

Bolinhas pretas mostram quanta atenção cada achado pede. Cinco é o máximo. Toque no sinal de mais para abrir explicações mais longas, só se quiser.

A notícia mais importante

Ela tem dois aneurismas pequenos numa artéria dentro da cabeça. Aneurisma é um ponto fraco na parede da artéria que estufa como uma bolha.

Os dois são pequenos, menores que 4 milímetros, e nenhum exame mostrou sangramento, AVC ou tumor. Aneurismas desse tamanho, nesse lugar, raramente se rompem.

Em agosto ela fez o cateterismo, o exame mais preciso que existe, porque o médico quis investigar a dor de cabeça dela. Agora existe um plano: o médico indicou fechar o aneurisma por dentro da artéria, a embolização. Esta página explica o que é, quais são as chances e o que perguntar antes.

Toque em um item para ir direto à explicação.

Nível de atenção que o caso pede, de 0 a 10

0 · nada6 · hoje10 · emergência
Hoje: 6. Existe um plano e uma equipe; o que falta é a data e entender o motivo da indicação. Se a cirurgia correr bem, a nota cai bastante: um aneurisma bem fechado quase não sangra mais.
1Artéria carótida esquerda

Dois aneurismas pequenos, já mapeados com o exame mais preciso

Atenção: alta, mas com bom perfil: pequenos e sem sangramento

2,2 mm · colo estreito 3,7 mm · colo largo artéria carótida interna esquerda
Aneurisma é uma bolha na parede da artéria. O "colo" é a boca da bolha. Colo estreito é mais fácil de fechar por dentro; colo largo pede outra técnica ou acompanhamento.

Tamanho: onde os dela ficam na escala

Até 5 mmos dois estão aqui
5 a 7 mm
7 a 12 mm
Mais de 12 mm

Da esquerda para a direita, do menor risco ao maior. Quanto menor o aneurisma, menor a chance de romper. Os dela estão no primeiro degrau.

O que o cateterismo mostrou

Duas bolhas na carótida interna esquerda, a artéria principal que leva sangue ao lado esquerdo do cérebro. Uma de 2,2 mm com colo estreito. Outra de 3,7 mm com colo largo. Nenhum espasmo, nenhuma outra má-formação, veias normais. O procedimento foi pelo braço, com sedação, sem intercorrência.

O que isso significa

Os médicos usam uma escala chamada PHASES para estimar a chance de um aneurisma romper em 5 anos. Nela, o tamanho pequeno e o lugar (carótida interna) contam a favor; a idade acima de 70 conta contra. Com o que sabemos, a estimativa fica abaixo de 1% em 5 anos. Por isso, aneurismas assim muitas vezes são acompanhados, e não operados.

Sobre a "cefaleia sentinela" escrita no pedido do exame

No pedido do cateterismo o médico escreveu "cefaleia sentinela": uma dor de cabeça que pode ser aviso de um vazamento pequeno. Ela não foi internada de urgência. O "internado" que aparece no papel é o registro do dia do exame, que exige leito e observação. O médico suspeita que a dor dela seja um aviso; não há tomografia nem punção confirmando. O cateterismo não achou sinal de sangramento recente. Essa é a pergunta mais importante para a conversa com ele, porque é o que justifica operar em vez de só acompanhar.

O que fazer

  • Ter a conversa que o médico prometeu, com as perguntas desta página, e sair com o plano por escrito: qual aneurisma, qual técnica, quais remédios depois.
  • Perguntar por que ele acha que a dor de cabeça foi um aviso do aneurisma.
  • Marcar a data: as liberações do cardiologista e do anestesista valem até 20 de outubro; raio X e eletro venceram e precisam ser repetidos.
  • Controlar a pressão. É o que mais protege a parede do aneurisma, antes e depois.
Quer ver como os exames mudaram ao longo do tempo?
18 de novembro de 2023Laudo anterior (não temos)Os exames de 2025 citam esse relatório. O aneurisma já era conhecido.
Maio de 2025AngiorressonânciaUma dilatação de cerca de 3 mm na carótida esquerda. O laudo avisa que esse exame não enxerga aneurismas pequenos.
Junho de 2026AngiorressonânciaDilatação de 2,0 x 1,5 mm. Estável ou menor que em 2025.
28 de agosto de 2026Cateterismo (hospital-dia)Dois aneurismas: 2,2 mm e 3,7 mm. O cateterismo enxerga muito melhor e mostrou um segundo que a ressonância não via. Não quer dizer que ele surgiu agora.
15 de setembro de 2026Decisão do médicoIndicou tratar por embolização. Cardiologista e anestesista já liberaram (validade até 20 de outubro).

Comparar tamanhos entre exames diferentes não é exato. O que importa: continuam pequenos.

A cirurgia: fechar a bolha por dentro da artéria

O nome é embolização. Não abre a cabeça. O que é, quais são as chances, o que pode dar errado e como fica a vida depois.

Risco do procedimento, de 0 a 10: nota 4: real, mas baixo; a grande maioria vai bem

1. Cateter
entra pela artéria do braço ou da virilha, com anestesia geral
2. Molas
fios de platina enchem a bolha; se a boca for larga, um stent segura
3. Alta
1 a 2 dias no hospital; volta ao normal em 1 a 2 semanas

Se 100 mulheres como ela fizessem o procedimento

93 a 96 ficam bem: alta em 1 a 2 dias, dor de cabeça por alguns dias, vida normal em 1 a 2 semanas 2 a 5 ficam com uma sequela permanente (um AVC pequeno) cerca de 1 morre

Sustos que passam (hematoma no braço, confusão por 1 a 3 dias, formigamento passageiro) acontecem em 4 a 8 e resolvem. Com stent, o "ficam bem" cai 1 ou 2 pontos. Números de estudos com pacientes acima de 75 anos.

O que joga a favor dela

Aneurismas pequenos; local de acesso fácil pelo cateter; nenhum sangramento documentado (tratar depois de um sangramento é muito mais arriscado); artérias grandes abertas; ela já passou pelo cateterismo de agosto sem intercorrência; cardiologista e anestesista já liberaram; a equipe tem dupla formação e mais de um operador experiente.

O que pesa contra e merece pergunta

  • O aneurisma de 3,7 mm tem a boca larga. Provavelmente vai precisar de stent, e o stent obriga a tomar dois afinadores de sangue por meses.
  • O de 2,2 mm é minúsculo. Abaixo de 3 mm, o risco de romper durante a colocação das molas é maior. Muitos serviços preferem não mexer nele.
  • 79 anos e anestesia geral. Pede exame do rim (por causa do contraste) e do coração. O do coração já foi feito.
  • Placas nas carótidas no caminho do cateter.

A pergunta que decide se vale a pena

Pelo tamanho e pelo lugar, esses aneurismas têm menos de 1% de chance de romper em 5 anos sem tratamento, menos que o risco do procedimento. Por essa conta, o padrão seria acompanhar. O que muda a conta é a dor de cabeça que o médico chamou de "sentinela". Se ele tem motivo para acreditar que o aneurisma avisou, tratar é a decisão certa, mesmo aos 79 anos. Se foi só o termo usado para justificar o exame, a decisão vira preferência, e uma segunda opinião é razoável e não ofende ninguém. É a pergunta número 1 da lista.

Sequelas possíveis, para conhecer

Os aneurismas ficam na carótida esquerda, então as sequelas graves seriam do lado esquerdo do cérebro, que comanda o lado direito do corpo e a fala. São raras, mas é direito dela e da família saber.

Fraqueza no lado direitoUm coágulo entope um ramo da artéria. A mais comum das graves: 2 a 3 em 100 ficam com algo permanente. Muitas melhoram com fisioterapia.
Dificuldade de falar ou entenderMesmo mecanismo. Pode ser passageira.
Pálpebra caída e visão dupla, olho esquerdoO aneurisma de 3,7 mm fica encostado no nervo que move o olho. Poucos casos; costuma melhorar em semanas a meses.
Sangramento durante o procedimentoO aneurisma rompe enquanto as molas entram. Cerca de 3 em 100, quase sempre controlado na hora. Sequela grave em menos de 1 em 100.
Coágulo no stent, semanas depois1 a 3 em 100 com stent, sobretudo se parar os afinadores de sangue cedo. Tomar os remédios direitinho é a parte mais importante da recuperação.
Confusão nos primeiros diasComum aos 79 anos depois de anestesia e UTI. Passa. Acompanhante conhecido, óculos e aparelho auditivo à mão ajudam.

A vida depois, se tudo correr bem

Primeiros diasDor de cabeça e cansaçoComum por 1 a 2 semanas, passa com analgésico simples. Anda já no dia seguinte.
1 a 2 semanasVolta ao dia a diaSó evita carregar peso até o braço ou a virilha cicatrizar.
3 a 6 meses, se tiver stentDois afinadores de sangueNão parar por conta própria. Avisar dentista e outros médicos. Depois, em geral fica só o AAS.
6 e 12 mesesExame de controleAngiorressonância ou angiografia para confirmar que as molas fecharam bem a bolha.
DepoisControle a cada 1 a 3 anosUm aneurisma bem fechado tem menos de 0,2% ao ano de chance de sangrar. Avião, caminhada, dirigir, emoção forte: tudo liberado. A vida volta a ser normal.

Depois do procedimento, voltar ao hospital na hora se

Fraqueza ou dormência de um lado, fala enrolada, boca tortaMesmo que pareça leve.
Perda de visão, pálpebra caída ou visão duplaPrincipalmente no olho esquerdo.
Dor de cabeça explosiva ou confusão que não melhoraDor de cabeça leve nos primeiros dias é esperada; explosiva, não.
Sangramento ou inchaço crescente no braço ou na virilhaOu mão e perna frias e dormentes do lado da punção. Fezes escuras, se estiver com afinadores de sangue.

Quem é o médico

Pesquisa em fontes públicas feita em 15 de setembro de 2026, só do lado profissional. Nada de negativo encontrado.

Dr. Thiago Dantas de Souza Brandão

Neurocirurgião e neurorradiologista intervencionista. CRM-PA 9880, com dois registros de especialista (RQE 5.749 e 7.936): domina tanto o cateter quanto a cirurgia aberta, que é o ideal para aneurisma. Formado pela UFPA em 2009; residência de neurocirurgia no Hospital de Base de Brasília; neurointervenção no Hospital Santa Teresa (RJ); estágio de observação no Barrow Neurological Institute (EUA), referência mundial em aneurisma.

Onde e com quem trabalha

Hospital Adventista de Belém (o site do hospital lista o nome dele), Porto Dias, Beneficente Portuguesa e IMESP. Faz parte da equipe Neuro Life, com dois neurointervencionistas mais experientes. Em procedimento de aneurisma, ter um segundo operador experiente na sala reduz o risco.

O que foi conferido e o que não dá para conferir

Ele não aparece na lista pública de penalidades do CRM-PA. A formação vem dos perfis que ele mesmo publica. O que a internet não responde, e só ele: quantos aneurismas trata por ano e qual a taxa de complicação do serviço dele. Está na lista de perguntas.

A mensagem dele para a família

Foi transparente: admitiu os riscos, prometeu explicar a técnica e os riscos específicos do caso dela antes da cirurgia, conferiu a validade dos exames e confirmou que a família pode acompanhar na UTI nos horários de visita estendida. São bons sinais. A conversa que ele prometeu é o momento das perguntas desta página.

2Vasos pequenos do cérebro

Desgaste da idade nos vasos pequenos, com a memória preservada na imagem

Atenção: baixa a moderada, tratamento é controlar a pressão

Vasos pequenoscom desgaste (microangiopatia)
Memóriaregião preservada
Sem AVCsem sangramento, sem tumor

O que as ressonâncias mostraram

Pontinhos de desgaste nos vasos pequenos (o laudo chama de microangiopatia), comuns aos 79 anos e em quem tem pressão alta. O cérebro um pouco menor, "habitual para a faixa etária". A região da memória (hipocampo) está do tamanho normal. Sem AVC, sem sangramento, sem tumor, sem entupimento nas artérias grandes.

O que isso significa

É o envelhecimento normal dos vasos, um pouco acelerado quando a pressão fica alta por muitos anos. Não é doença nova. O mesmo cuidado que protege o aneurisma protege esses vasos: pressão controlada.

3Outros achados

Pequenas coisas que apareceram e não preocupam

Atenção: mínima

Sinusite leve

Espessamento da mucosa dos seios da face. Comum, sem relação com os aneurismas. Só tratar se incomodar.

Sinais de cirurgia de catarata

A ressonância viu que ela já operou catarata. É só um registro.

Placas nas curvas da carótida

O exame de 2025 viu aterosclerose leve nas curvas da carótida dentro do crânio. Mesmo cuidado: pressão, colesterol, zero cigarro.

Artéria vertebral um pouco mais fina de um lado

Variação comum de nascença. Sem repercussão.

Ela comparada com outras pessoas da idade dela

De cada 10 pessoas com cerca de 79 anos, quantas têm o mesmo que ela. A figura com contorno é ela.

Aneurisma no cérebro

mais comum do que parece

Cerca de 5 a 7 em cada 100 mulheres de 79 anos têm um aneurisma cerebral, quase sempre sem saber e sem nunca romper (3 em 100 na população geral; mais em mulheres e com a idade). Ela está entre elas, com a diferença de já saber, medir e ter um plano.

Desgaste dos vasos pequenos

na média

9 em cada 10 pessoas acima de 75 anos têm os mesmos pontinhos de desgaste na ressonância. Aos 80, praticamente todas. É idade, e pressão controlada é o que freia.

Cérebro um pouco menor

normal da idade

10 em cada 10 pessoas de 79 anos têm o cérebro um pouco menor que aos 40. O laudo dela diz "habitual para a faixa etária". E a região da memória está do tamanho normal.

Pressão alta

a confirmar

Cerca de 6 em cada 10 brasileiros com mais de 70 anos têm pressão alta. Não sabemos a dela pelos papéis. Para quem tem aneurisma, é a medida mais importante de todas.

Sinusite leve

comum

Cerca de 3 em cada 10 ressonâncias mostram espessamento na mucosa dos seios da face em quem não tem queixa. Sem relação com o aneurisma.

Onde é "saudável" aos 79, em números

Aos 79 anos, saúde é menos sobre exames perfeitos e mais sobre pressão controlada, movimento, sono e acompanhamento em dia.

MedidaElaMeta
Pressãonão medidaabaixo de 13 por 8, se tolerar bem
Aneurisma2,2 e 3,7 mmestáveis no exame de controle
Movimentonão informado20 a 30 min de caminhada leve por dia
Sononão informado7 a 8 horas
Cigarronão informadozero
Memóriahipocampo preservadocabeça ativa: leitura, conversa, jogos
Colesterol e glicosenão dosadosdentro da faixa, com o clínico
Cirurgiadata a marcarantes de 20 de outubro, enquanto as liberações valem
Exame de controledepois da cirurgia6 e 12 meses

Em uma frase

Ela tem um achado mais comum do que parece (aneurisma), pequeno e conhecido, num cérebro que envelheceu como o de todo mundo da idade dela, com a memória preservada. O que separa "na média" de "saudável" aos 79 é pressão controlada, movimento diário e o exame de controle feito na data.

O que está nas mãos dela e da família

Cinco coisas que protegem a parede da artéria. Nenhuma depende de exame.

Pressão controladao mais importante de todos; medir e anotar
Zero cigarrocigarro enfraquece a parede do aneurisma
Remédios em diadepois do stent, os afinadores do sangue no horário; nunca anti-inflamatório por conta própria
Sem peso pesadoevitar força com a respiração presa
Menos sale intestino funcionando, sem fazer força
Exames na datao acompanhamento só funciona se for feito

Passo a passo da família

Na ordem. Marque conforme for fazendo. As marcações ficam salvas no celular.

Fique de olho no dia a dia

Não é emergência, mas é motivo para procurar o médico em poucos dias.

Dor de cabeça nova, diferente das habituaisPrincipalmente se vier de repente ou não passar com o remédio de sempre.
Pálpebra caindo, visão dupla ou pupila maior de um ladoO aneurisma de 3,7 mm fica perto do nervo que move o olho. Esses sinais pedem avaliação rápida.
Dormência, fraqueza ou fala enrolada que passamMesmo que dure poucos minutos, precisa ser contado ao médico.

Quando ir direto ao pronto-socorro

Nada nos exames diz que isso vai acontecer. Mas toda a família precisa saber reconhecer:

  • Dor de cabeça súbita e explosiva, "a pior da vida".
  • Dor de cabeça com rigidez na nuca, vômito, confusão ou desmaio.
  • Pálpebra caída de repente, com visão dupla.
  • Boca torta, fraqueza de um lado do corpo ou fala enrolada, de repente.

Não espere passar. Avise que ela tem aneurisma cerebral conhecido.

Ligar 192 (SAMU)

Perguntas para levar ao médico

Mostre esta lista na consulta. Marque as que já foram respondidas.

Dicionário das palavras que o médico vai usar

Para a família não ficar perdida na consulta.

AneurismaBolha na parede de uma artéria, num ponto fraco.
SacularAneurisma em forma de saco, com uma "boca" (colo). É o tipo mais comum.
ColoA boca da bolha. Estreito é mais fácil de fechar; largo é mais difícil.
Carótida internaA artéria principal que leva sangue a cada lado do cérebro.
Segmento oftálmico / comunicanteTrechos da carótida dentro do crânio. O comunicante fica perto do nervo do olho.
Não rotoQue não se rompeu. É o caso dos dois dela.
Cefaleia sentinelaDor de cabeça que pode ser aviso de um vazamento pequeno. Foi o termo que o médico usou no pedido do exame dela: uma suspeita, não uma confirmação.
Hemorragia subaracnoideO sangramento que acontece quando um aneurisma rompe. Não aconteceu, pelos laudos que temos.
AngiorressonânciaRessonância que mostra as artérias. Boa para acompanhar, mas não vê aneurismas muito pequenos.
Cateterismo / angiografiaExame por um cateter pelo braço, com contraste. O mais preciso para aneurisma.
VasoespasmoEstreitamento das artérias que acontece depois de um sangramento. Não havia.
EmbolizaçãoTratamento por dentro da artéria, com cateter, sem abrir a cabeça. É a cirurgia indicada para ela.
Molas (coils)Fios finos de platina soltos dentro da bolha. O sangue coagula neles e a bolha fecha.
StentUma malha fina colocada na artéria para segurar as molas quando a boca da bolha é larga. Exige afinadores de sangue por meses.
Diversor de fluxoUm stent mais denso que desvia o sangue da bolha, sem molas. Outra técnica possível.
AntiagregantesOs afinadores de sangue (em geral AAS e clopidogrel) usados depois do stent. Não parar por conta própria.
Hospital-diaInternação de um dia para um exame ou procedimento. Foi o caso do cateterismo de agosto.
Avaliação pré-anestésicaConsulta com o anestesista antes da cirurgia. A dela vale até 20 de outubro.
PHASESEscala que estima a chance de rompimento em 5 anos. Os dela ficam na faixa baixa.
MicroangiopatiaDesgaste dos vasos pequenos do cérebro, ligado à idade e à pressão alta.
HipocampoRegião da memória. Nela, está do tamanho normal.