AneurismaBolha na parede de uma artéria, num ponto fraco.
SacularAneurisma em forma de saco, com uma "boca" (colo). É o tipo mais comum.
ColoA boca da bolha. Estreito é mais fácil de fechar; largo é mais difícil.
Carótida internaA artéria principal que leva sangue a cada lado do cérebro.
Segmento oftálmico / comunicanteTrechos da carótida dentro do crânio. O comunicante fica perto do nervo do olho.
Não rotoQue não se rompeu. É o caso dos dois dela.
Cefaleia sentinelaDor de cabeça que pode ser aviso de um vazamento pequeno. Foi o termo que o médico usou no pedido do exame dela: uma suspeita, não uma confirmação.
Hemorragia subaracnoideO sangramento que acontece quando um aneurisma rompe. Não aconteceu, pelos laudos que temos.
AngiorressonânciaRessonância que mostra as artérias. Boa para acompanhar, mas não vê aneurismas muito pequenos.
Cateterismo / angiografiaExame por um cateter pelo braço, com contraste. O mais preciso para aneurisma.
VasoespasmoEstreitamento das artérias que acontece depois de um sangramento. Não havia.
EmbolizaçãoTratamento por dentro da artéria, com cateter, sem abrir a cabeça. É a cirurgia indicada para ela.
Molas (coils)Fios finos de platina soltos dentro da bolha. O sangue coagula neles e a bolha fecha.
StentUma malha fina colocada na artéria para segurar as molas quando a boca da bolha é larga. Exige afinadores de sangue por meses.
Diversor de fluxoUm stent mais denso que desvia o sangue da bolha, sem molas. Outra técnica possível.
AntiagregantesOs afinadores de sangue (em geral AAS e clopidogrel) usados depois do stent. Não parar por conta própria.
Hospital-diaInternação de um dia para um exame ou procedimento. Foi o caso do cateterismo de agosto.
Avaliação pré-anestésicaConsulta com o anestesista antes da cirurgia. A dela vale até 20 de outubro.
PHASESEscala que estima a chance de rompimento em 5 anos. Os dela ficam na faixa baixa.
MicroangiopatiaDesgaste dos vasos pequenos do cérebro, ligado à idade e à pressão alta.
HipocampoRegião da memória. Nela, está do tamanho normal.